A ETERNA ATUALIDADE DO PENSAMENTO DE JESUS
É deveras surpreendente a atualidade do pensamento de Jesus. Mesmo os mais cépticos estudiosos da problemática humana a admitem.
Segundo revelam as parábolas concebidas com habilidade artesanal pelo querido Mestre Divino, Ele já era, naquela época — 19 (dezenove) séculos antes do surgimento da Psicologia —, um profundo conhecedor da psique.
Com efeito, Jesus adentrava no imo dos seres desequilibrados que o procuravam e desnudava, com absoluta segurança, a gênese espiritual das doenças e aflições que as negatividades e máscaras do ego tentavam escamotear ou disfarçar, pondo a lume as mais intrincadas personalidades psicopatológicas.
E, a partir dessa descoberta, com indizível sapiência e amor insuperável, esclarecia ao ser aflito e sobrecarregado que ele era o único responsável pelas suas dores, pelos seus males, pelos seus sofrimentos, eliminando, dessarte, as sombrias projeções egoicas que ocultavam a realidade.
É impressionante a sabedoria do nosso Mestre, Guia e Modelo.
Passados mais de dois mil anos, a Psicologia Transpessoal — contando com os mais sofisticados recursos científicos e tecnológicos — chega nos dias hodiernos às mesmas conclusões que Ele alcançara difundindo o amor, o perdão e a caridade.
Comprovam-no as descobertas e revelações de Abraham Maslow, Roberto Assagioli, Stanislav Grof, Melanie Klein, Viktor Frankl, Carl Johnson e demais fundadores da Quarta Força em Psicologia.
Sempre em perfeita sintonia com o Pai-Criador, noutras palavras, exercitando Seu livre-arbítrio amorosamente, Jesus deslumbrava a todos que com Ele se relacionavam, convidando-os, de braços abertos (“Vinde a Mim”), à conquista do REINO DOS CÉUS, localizado no recôndito de cada um.
Nesse belo cenário contextual, o Cristo propunha a utilização do amor, da mansidão e da humildade como forças-diretrizes da Vida, com a consequente preservação do equilíbrio mental, da harmonia orgânica e do entusiasmo existencial.
Conquanto limitado pela pobreza da linguagem humana e insipiência de seus ouvintes, Jesus é até hoje reconhecido pelo sistema filosófico-religioso como o mais extraordinário narrador de histórias, sendo o SERMÃO DA MONTANHA considerado como a “carta magna dos direitos humanos”.
Se tudo isso não bastasse para que o amássemos e agradecêssemos a Deus por nos tê-Lo oferecido como Guia e Modelo (Questão n.º 625 de O Livro dos Espíritos), Jesus também nos deixou um inestimável patrimônio moral: exemplos inspiradores da alegria, da paz e da felicidade promovidas pelo cultivo permanente do amor.
Descrucificado, jovial, terapeuta e amigo, Jesus é o apoio cognitivo e sentimental de que necessitamos para suplantar as negatividades e máscaras do ego, para resistirmos às tentações da matéria e libertar-nos dos automatismos psicológicos que nos agrilhoam ao primitivismo animal.
Para tanto, exara o seguinte e amoroso convite:
“Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”
(Mateus, Capítulo 11, vv. 28 a 30)
Que tal aceitarmos o convite, sermos alegres, sadios e felizes?
É deveras surpreendente a atualidade do pensamento de Jesus. Mesmo os mais cépticos estudiosos da problemática humana a admitem.
Segundo revelam as parábolas concebidas com habilidade artesanal pelo querido Mestre Divino, Ele já era, naquela época — 19 (dezenove) séculos antes do surgimento da Psicologia —, um profundo conhecedor da psique.
Com efeito, Jesus adentrava no imo dos seres desequilibrados que o procuravam e desnudava, com absoluta segurança, a gênese espiritual das doenças e aflições que as negatividades e máscaras do ego tentavam escamotear ou disfarçar, pondo a lume as mais intrincadas personalidades psicopatológicas.
E, a partir dessa descoberta, com indizível sapiência e amor insuperável, esclarecia ao ser aflito e sobrecarregado que ele era o único responsável pelas suas dores, pelos seus males, pelos seus sofrimentos, eliminando, dessarte, as sombrias projeções egoicas que ocultavam a realidade.
É impressionante a sabedoria do nosso Mestre, Guia e Modelo.
Passados mais de dois mil anos, a Psicologia Transpessoal — contando com os mais sofisticados recursos científicos e tecnológicos — chega nos dias hodiernos às mesmas conclusões que Ele alcançara difundindo o amor, o perdão e a caridade.
Comprovam-no as descobertas e revelações de Abraham Maslow, Roberto Assagioli, Stanislav Grof, Melanie Klein, Viktor Frankl, Carl Johnson e demais fundadores da Quarta Força em Psicologia.
Sempre em perfeita sintonia com o Pai-Criador, noutras palavras, exercitando Seu livre-arbítrio amorosamente, Jesus deslumbrava a todos que com Ele se relacionavam, convidando-os, de braços abertos (“Vinde a Mim”), à conquista do REINO DOS CÉUS, localizado no recôndito de cada um.
Nesse belo cenário contextual, o Cristo propunha a utilização do amor, da mansidão e da humildade como forças-diretrizes da Vida, com a consequente preservação do equilíbrio mental, da harmonia orgânica e do entusiasmo existencial.
Conquanto limitado pela pobreza da linguagem humana e insipiência de seus ouvintes, Jesus é até hoje reconhecido pelo sistema filosófico-religioso como o mais extraordinário narrador de histórias, sendo o SERMÃO DA MONTANHA considerado como a “carta magna dos direitos humanos”.
Se tudo isso não bastasse para que o amássemos e agradecêssemos a Deus por nos tê-Lo oferecido como Guia e Modelo (Questão n.º 625 de O Livro dos Espíritos), Jesus também nos deixou um inestimável patrimônio moral: exemplos inspiradores da alegria, da paz e da felicidade promovidas pelo cultivo permanente do amor.
Descrucificado, jovial, terapeuta e amigo, Jesus é o apoio cognitivo e sentimental de que necessitamos para suplantar as negatividades e máscaras do ego, para resistirmos às tentações da matéria e libertar-nos dos automatismos psicológicos que nos agrilhoam ao primitivismo animal.
Para tanto, exara o seguinte e amoroso convite:
“Vinde a mim, todos vós que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei comigo que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.”
(Mateus, Capítulo 11, vv. 28 a 30)
Que tal aceitarmos o convite, sermos alegres, sadios e felizes?
