quarta-feira, 21 de novembro de 2012


  1. ZÉ AMÉRICO E A MARCHA À RÉ DA CORNITUDE

    No alvorecer da década de 70 do século passado, Juarez Moraes Chaves, Carlos Alberto Déda e eu administrávamos o Setor de Crédito Rural da agência do Banco do Nordeste em Simão Dias (quanta saudade!), à época um dos mais dinâmicos do BNB.

    Dentre os funcionários lotados no referido setor havia um popularmente conhecido como Zé Américo, perfeccionista e muito espirituoso.

    Um belo dia, foi dada a Zé Américo a incumbência de tomar uma proposta de um cliente que tinha fama de corno em Simão Dias. 

    Ao enquadrar cada uma das proposições de investimento verbalizadas pelo cliente nos padrões utilizados pelo banco, Zé Américo reduziu significativamente o total ambicionado, em decorrência da imperiosa exclusão dos excessos injustificados.

    Insatisfeito, o cliente esbravejou:

    - Parece que hoje eu pisei em rasto de corno!

    Zé Américo não titubeou e, de plano, formulou a terrível pergunta:

    - Andaste de costas?

Um comentário:

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