Por atavismo, o ser humano tende a considerar milagre toda ocorrência cuja causa lhe seja desconhecida.
Para Isaac Newton (1643-1727), “o milagre é o
resultado do uso de leis desconhecidas”; Albert Einstein
(1879-1955), corroborando com seu antecessor, assentou que “o milagre é a
ocorrência de um fato cujo mecanismo nós ignoramos”.
Divaldo Franco (1927), em momento de grande inspiração, apostilou que se retroagíssemos à década de 1920 e mostrássemos um smartphone aos habitantes daquela época, fatalmente eles o considerariam um milagre.
Coube a Física Quântica
e a Neurociência comprovarem cientificamente que "o milagre é o efeito natural da aplicação da lei produtora dos fenômenos afetos às micropartículas atômicas".
Dois renomados cientistas
da Universidade de Harvard, os doutores David Joseph Boom (1917-1992) e Stewart Wolf (1914-2005), descobriram que nossos neurônios produzem um hormônio chamado neuropeptídio e que as sinapses por ele produzidas são o resultado de fenômenos eletroquímicos.
Nos anos 70, do século passado, a ciência descobriu que possuímos 64 espécies desses neurocomunicadores, sendo mais conhecidos a serotonina, a noradrenalina, a dopamina e a endorfina.
A depressão (do latim
depremere: puxar para baixo) — o mal maior do século em curso — decorre essencialmente da
carência de serotonina e noradrenalina, substâncias produzidas na parte posterior do
cérebro e responsáveis pelas sensações de prazer, alegria, bem-estar, felicidade.
Diante dessa realidade científica, os apaixonados deveriam reformular suas declarações de amor, substituindo o clássico e inconsequente “eu te amo de todo coração!" (o amor não pode nascer de um músculo oco), pelo moderno e consequente ”eu te amo com todas as minhas
serotoninas e noradrenalinas!”
Os mencionados cientistas de
Harvard também descobriram que quando nós amamos, perdoamos, estamos alegres, cultivamos, enfim, bons sentimentos, nosso cérebro, além daquelas 64 substâncias, produz uma vibração de natureza
fóton. Em outros termos: produz uma micropartícula energética que é absorvida
pelo sistema nervoso central, que a transfere para o sistema endócrino, e
este a emprega no fortalecimento do sistema imunológico. E nós gozamos de
saúde.
A contrario sensu, quando nós odiamos, guardamos mágoas, represamos rancores ou qualquer outra modalidade de ressentimento, nosso cérebro produz uma micropartícula energética
desarticuladora chamada de elétron, que é absorvida pelo sistema nervoso
central, transferida para o sistema endócrino e aplicada no enfraquecimento do sistema imunológico. E nós adoecemos.
A relevância dessas descobertas provocou o surgimento de uma nova ciência: a psiconeuroendocrinoimunologia, elaboradora do seguinte esquema fenomenológico:
MENTE Þ SISTEMA NERVOSO CENTRAL Þ SISTEMA ENDÓCRINO Þ SISTEMA IMUNOLÓGICO Þ SAÚDE OU DOENÇA.
A irrefreável evolução da ciência enfim comprova que podemos preservar nossa saúde ou nos curar das enfermidades que assolam nossos corpos com o poder da mente.
Ou seja, constata a veracidade das palavras ditas pelo Mestre Jesus há mais de 2.000 anos: "se tivésseis a fé do tamanho de um grão de mostarda, diríeis a esta montanha: Transporta-te daí para ali e ela se transportaria, e nada vos seria impossível. (S. MATEUS, cap. XVII, vv. 14 a 20).

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ResponderExcluirZé, adorei esse texto. Muito incisivo.
ResponderExcluirHá cinco anos pesquiso sobre esse tema e preciso dos dados bibliográficos das citações que você fez. Você me faria a gentileza
de mos enviar. Meu e-mail é andrelosilvia@hotmail.com. At.te André Luiz de Oliveira.