A palavra Entusiasmo é formada pela junção dos vocábulos gregos en, Theos e Asm, que significam dentro, Deus e ação, respectivamente.
Literalmente, pois, entusiamo significa Deus dentro de nós em ação, ou, de forma mais simples, ter Deus em si.
Importa relembrar que os gregos eram politeístas e mitológicos, ou seja, criam na multiplicidade de deuses e os simbolizavam em figuras híbridas, metade animal, metade homem. Imersos nessa concepção teórico-conceitual, eles enxergavam a exaltação típica da pessoa entusiasmada como um sinal evidente de que ela se encontrava sob inspiração divina, de que ela estava possuída por um de seus deuses, dispondo, por isso, de energias poderosas capazes de transformar a realidade circunstante e realizar proezas inimagináveis, necessariamente boas e positivas, posto que inspiradas pela divindade que a ela estava imantada.
No
mundo hodierno,
o entusiasmo é tido como um estado de espírito otimista,
de efusivo arrebatamento e grande alegria.
Em leitura alternativa, ele, o
entusiasmo, fulgura como um sólido alicerce motivacional que encoraja seu
beneficiário a enfrentar as dificuldades e os desafios impostos pelo cotidiano da jornada
evolucional terrena, não o deixando quedar-se diante
dos obstáculos que se lhe interpõem e transmitindo confiança àqueles que estão ao seu
redor.
O entusiasmo pode ser endógeno ou exógeno.
O primeiro tipo, revela-o o próprio nome, tem geratrizes internas, ou seja, é produzido dentro do e pelo indivíduo, necessitando, porém, de contínuas injeções de ânimo, dadas as constantes alterações de humor que caracterizam o ser humano.
Tais estímulos preservadores podem e devem ser autoinoculados por intermédio da fixação diuturna de metas existenciais desafiadoras, sempre correlacionadas ao objetivo superior de reforma íntima para melhor.
Nas palavras do Mestre Jesus: "Faz, que o céu te ajudará".
O entusiasmo pode ser endógeno ou exógeno.
O primeiro tipo, revela-o o próprio nome, tem geratrizes internas, ou seja, é produzido dentro do e pelo indivíduo, necessitando, porém, de contínuas injeções de ânimo, dadas as constantes alterações de humor que caracterizam o ser humano.
Tais estímulos preservadores podem e devem ser autoinoculados por intermédio da fixação diuturna de metas existenciais desafiadoras, sempre correlacionadas ao objetivo superior de reforma íntima para melhor.
Nas palavras do Mestre Jesus: "Faz, que o céu te ajudará".
Como a própria nomenclatura indica, o entusiamo exógeno depende de estímulos externos, comumente chamados de fatores motivacionais ou simplesmente de motivação.
A inevitável subordinação aos influxos energéticos exteriores é agravada ou minorada pela sensibilidade de cada um.
A inevitável subordinação aos influxos energéticos exteriores é agravada ou minorada pela sensibilidade de cada um.
Por assim ser, os especialistas nos aconselham a tentar motivar as pessoas mediante satisfação das necessidades localizadas na base da pirâmide idealizada pelo psicólogo americano Abraham Maslow (1908-1970), quais sejam: necessidades fisiológicas, de segurança, amor e relacionamento.
E, para
tanto, uma única lei precisa ser observada, segundo nos ensina Jesus: “Amai a Deus sobre todas as coisas e o vosso próximo
como a vós mesmos; aí estão a lei toda e os profetas”.[1]
[1]
KARDEC, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. 112.ª edição, Cap. I, Rio
de Janeiro, FEB, 1996, pág. 55.

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