Por que adoecemos, se somos filhos de Deus?
Eis uma das questões filosóficas mais tormentosas para todos aqueles que se dedicam ao estudo da problemática atinente ao processo de evolução antropológica do ser humano.
Os milênios transcorridos testemunham a incapacidade de a Ciência decifrar isoladamente a incógnita do problema.
Aliando-se à Religião, no entanto, como em tempos pretéritos, a Ciência poderá perceber que a criatura humana adoece quando se distancia de sua alma, de sua essência divina, porquanto, ao fazê-lo, afasta-se de Deus, desconecta-se da Fonte do Poder, da Vida e do Amor Universais.
E. sem haurir os fluxos bioenergéticos da divindade o ser humano enfraquece progressivamente sua aura, debilita sua imunologia, favorece a invasão de agentes nocivos causadores de doenças fisiopsíquicas.
É de óbvia ilação que se estamos mergulhados numa amorosa atmosfera bioenergética devemos manter permanente conexão com a usina produtora da força vital para que desfrutemos de bem-estar psicológico, harmonia fisiológica e satisfação existencial, os ingredientes essenciais que integram a receita da saúde integral.
A abordagem mais profunda do tema postado impõe-nos o resgate de uma bela lição professada por Jesus e entesourada por São Mateus no Capítulo XXII, versículos 34 a 40, de seu evangelho:
"Os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca dos saduceus, reuniram-se; e um deles, que era doutor da lei, para o tentar, propôs-lhe esta questão:
- “Mestre, qual o mandamento maior da lei?”
- Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito; este o maior e o primeiro mandamento".
"E aqui tendes o segundo, semelhante a esse: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo".
- "Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos".
A resposta oferecida pelo Cristo ao seu capcioso interlocutor não apenas desarticulou a arapuca armada pelos fariseus para subsumi-lo no crime de blasfêmia, como também - e sobretudo - erigiu o amor como o sentimento por excelência de sua doutrina revolucionária.
Com efeito, ao estabelecer o exercício (1) pleno do amor como razão de ser da Vida, Jesus nos ensina que jamais conseguiremos amar a Deus sem amar ao nosso próximo, tanto quanto não nos será possível amar ao próximo se não amarmos a nós mesmos, conforme ressalta a venerável Joanna de Ângelis.
Como toda construção, aditamos nós, o edifício sagrado do amor também precisa ser iniciado pela concretagem de um sólido alicerce, simbolizado, na espécie, pelo auto-amor, porquanto o ser humano somente poderá amar a Deus e ao seu próximo se dispuser de amor em seu coração. Afinal, não se pode dar o que não se possui!
O exercício do auto-amor põe-nos em sintonia mental constante com Deus, a Fonte do Amor e do Poder, transformando-nos em poderoso dínamo energético que espraia amor por todos os lados. O amor ao próximo torna-se, portanto, uma extensão natural da conexão criatura-Criador.
Para que se compreenda melhor o poder terapêutico do amor, é preciso relembrar que a doença é causada por um desequilíbrio emocional que provoca vibrações deletérias em órgãos e/ou sistemas que compõem o organismo físico, permitindo a proliferação de agentes malsãos destrutivos.
Em decorrência, o processo de autocura deve sempre partir do psíquico para o físico, da fonte produtora da energia para o corpo ou recipiente material, do espírito para a matéria.
Flagrante se torna que a sintonia mental do enfermo com a Fonte Geradora da Vida é imprescindível para o restabelecimento do bem-estar psicológico e consequente restauração da harmonia fisiológica.
É desse modo, queridas irmãs e queridos irmãos, que "o amor é capaz de cobrir uma multidão de pecados".
É de óbvia ilação que se estamos mergulhados numa amorosa atmosfera bioenergética devemos manter permanente conexão com a usina produtora da força vital para que desfrutemos de bem-estar psicológico, harmonia fisiológica e satisfação existencial, os ingredientes essenciais que integram a receita da saúde integral.
A abordagem mais profunda do tema postado impõe-nos o resgate de uma bela lição professada por Jesus e entesourada por São Mateus no Capítulo XXII, versículos 34 a 40, de seu evangelho:
"Os fariseus, tendo sabido que ele tapara a boca dos saduceus, reuniram-se; e um deles, que era doutor da lei, para o tentar, propôs-lhe esta questão:
- “Mestre, qual o mandamento maior da lei?”
- Jesus respondeu: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu espírito; este o maior e o primeiro mandamento".
"E aqui tendes o segundo, semelhante a esse: Amarás o teu próximo, como a ti mesmo".
- "Toda a lei e os profetas se acham contidos nesses dois mandamentos".
A resposta oferecida pelo Cristo ao seu capcioso interlocutor não apenas desarticulou a arapuca armada pelos fariseus para subsumi-lo no crime de blasfêmia, como também - e sobretudo - erigiu o amor como o sentimento por excelência de sua doutrina revolucionária.
Com efeito, ao estabelecer o exercício (1) pleno do amor como razão de ser da Vida, Jesus nos ensina que jamais conseguiremos amar a Deus sem amar ao nosso próximo, tanto quanto não nos será possível amar ao próximo se não amarmos a nós mesmos, conforme ressalta a venerável Joanna de Ângelis.
Como toda construção, aditamos nós, o edifício sagrado do amor também precisa ser iniciado pela concretagem de um sólido alicerce, simbolizado, na espécie, pelo auto-amor, porquanto o ser humano somente poderá amar a Deus e ao seu próximo se dispuser de amor em seu coração. Afinal, não se pode dar o que não se possui!
O exercício do auto-amor põe-nos em sintonia mental constante com Deus, a Fonte do Amor e do Poder, transformando-nos em poderoso dínamo energético que espraia amor por todos os lados. O amor ao próximo torna-se, portanto, uma extensão natural da conexão criatura-Criador.
Para que se compreenda melhor o poder terapêutico do amor, é preciso relembrar que a doença é causada por um desequilíbrio emocional que provoca vibrações deletérias em órgãos e/ou sistemas que compõem o organismo físico, permitindo a proliferação de agentes malsãos destrutivos.
Em decorrência, o processo de autocura deve sempre partir do psíquico para o físico, da fonte produtora da energia para o corpo ou recipiente material, do espírito para a matéria.
Flagrante se torna que a sintonia mental do enfermo com a Fonte Geradora da Vida é imprescindível para o restabelecimento do bem-estar psicológico e consequente restauração da harmonia fisiológica.
É desse modo, queridas irmãs e queridos irmãos, que "o amor é capaz de cobrir uma multidão de pecados".
(1) Na língua portuguesa, a palavra mandamento tem o significado de mando, ordem, obrigação; no aramaico, ou seja, na língua primitiva utilizada por Jesus, mandamento significava exercício.

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