Queridas irmãs, queridos irmãos,
Por quê?
A Psicologia Espírita presenteia-nos com uma bela e comovente explicação
sobre a magia do Natal.
Vejamo-la.
Cada um de nós ao pensar emite energias em faixas vibracionais
congruentes com a espécie de pensamento cultivado: os bons pensamentos, sempre amorosos,
identificam-se com a Lei de Deus e criam uma aura saudável e protetora ao redor
dos nossos corpos; os maus, obviamente desamorosos, conflitam com a Legislação
Divina, solapando a paz mental e danificando o revestimento áurico. Ou seja,
cada um de nós é o artífice ou construtor de seu próprio destino. Em termos
claros, diretos e objetivos: Somos hoje o que pensamos ontem e amanhã seremos o
que pensamos hoje!
A Terra, o planeta em que vivemos, é circunvolvida por um revestimento
energético formado pelo complexo de irradiações emitidas por seus habitantes
encarnados (7 bilhões) e desencarnados (35 bilhões). Nossos pensamentos, pois,
purificam ou enodoam a aura terrestre!
Nesta época, a lembrança de Jesus — nosso Mestre, Guia e Modelo — emerge
a todo instante entre nós ao contemplarmos as árvores, os enfeites e a iluminação
de Natal, adquirirmos o tradicional peru e preparamos os quitutes introdutórios,
presentearmos e sermos presenteados etc.
E ao nos lembrarmos Dele — o símbolo do Amor Divino — promovemos
consciente ou inconscientemente uma profunda reforma em nossas auras, e, por
via decorrencial, melhoramos a moldura energética do mundo em que ora vivemos,
beneficiando nossos irmãos encarnados e, também, àqueles que na erraticidade terrena
aguardam nova oportunidade reencarnatória.
Os efeitos são esplendorosos: mesmo as pessoas introvertidas e
mal-humoradas suavizam a rigidez facial deixando entrever sorrisos débeis e
desajeitados; as casas de oração de todos os credos registram recordes
crescentes de frequentadores; muitos votos de felicidade são emitidos;
alimentos, roupas e presentes são doados às comunidades mais necessitadas etc.
A conclusão é deveras emocionante: Deus, nosso Pai-Criador, é tão bom que
nos recompensa regiamente pelas simples e não-raro episódicas demonstrações de
amor e gratidão ao Ser que nos oferece para nos guiar ao reino dos céus.
Por assim ser, queridas irmãs e queridos irmãos, recebam os nossos mais
sinceros e amorosos votos de muita paz e discernimento, de sorte que este não
seja apenas mais um Natal, mas, sim, o Eterno Natal de suas Vidas!
Que assim seja!
Raimundo, Rosa e família!

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